Este foi o semem plantado:
"Ela chegou
rescendendo a jasmim.
Com o semblante em rubra flora,
em moedas raras,
em pedidos sem ter perdido.
Ela chegou:
mais que na hora,
na reviravolta da imensidão.
Ela chegou,
não dizendo nunca:Não.
Em absoluta calma,
mais veloz que uma corça,
mais séria que um planeta azul.
Ela chegou na volta por cima,
na casa, na comida,
na intensidade primaz,
na ventura que satisfaz.
Ela chegou fora das quebradas,
sem ilusão que mata,
na compostura absoluta
de uma igual.
Ela chegou na astronave,
na Terra para Marte,
na gostosura de seu beijo.
Ela chegou e eu me achego a ela.
Cumprindo a emoção do amor.
Ela chegou e nunca, nunca vai sem mim.
E nunca me deixou..."
E esta é a gravidez... tô grávida das palavras do meu amor....
O meu amor é o Rei das Palavras
Seu trono é o papel, o cetro:a caneta,
a corô: as idéias em sua mente
que explodem em versos, rimas,poemas
que inundam minha alma, quase tanto
ou mais que a paixão quando se faz líquido
O meu amor me faz amor e suas palavras
se convertem e vertem semem dentro de mim
para brotarem mais versos e me deixam mais cheia que a Lua
Grávida da poesia,
Dele
e de mim.
domingo, 22 de agosto de 2010
Presentes-Poéticos de Nestor Lampros...
Caminhos
Nestor Lampros
Andei perdido, por vezes, sem pão, água um carinho,
a TV me ligava a anos idos pelos descaminhos trilhados sem compaixão.
Ouvi gritos lancinantes, bêbados, outras coisas inomináveis.
Meus caminhos eram dos perdidos, sem deuses,
sem olhos para se ver.
Encontrei você numa das esquinas da vida.
Meu coração está alegre e como que embriagado de vinho,
de amor, de paz, de compaixão.
Nossos caminhos se encontraram. Como dois córregos
que vão para a imensidão do mar.
E os calabouços de outras épocas
sentem aversão, e os morcegos cegos
sentem calafrios.Os assassinos de plantão colhem morangos.
E estou certo
que o frio vai passar...
Meu caminho é você e você
é o meu caminho. Nossos caminhos são
a imensidão dos plurais caminhos para andar.
Estamos juntos, agora,
e desligamos a televisão.
-Boa noite minha querida,
amanhã teremos mais um desafio
para renascer e solucionar.
****************
Meu amor é uma flor selvagem, a relva para meus pés cansados,
meu escudo contra os dissabores. A luz da minha estrada. Minha companheira!!
Você, minha ninã, meu pé de milho, minha alegria!!
Sou o seu entendimento no amor. Nas coisas da cozinha, Minha flor, sem demora.
Tudo me lembra vc, minha coisa linda, meu sabor doce, meu amor!!
Às vezes estou distante, mas não por vc, é por esta coisa linda que permaneço.
às vezes sou mais que dois. Um três e meio, depois de Fellini.
*****************
Meu amore,
te levo nos bolsos, a tua foto, as tuas músicas na minha cabeça.
Minha alma dói, como dói...
Estou sozinho comigo. Permaneço cansado.
Queria teus braços e abraços.
Como uma fada da canção, você fecha meus olhos e te vejo.
Você costuma falar dormindo?
Sempre quis te ter, agora é a vida que me mostra.
Você, meu amor,
na lógica do mundo mau,
você é minha fonte de água,
que me dessedenta. Minha muher, meu amor!!
Nestor Lampros
Andei perdido, por vezes, sem pão, água um carinho,
a TV me ligava a anos idos pelos descaminhos trilhados sem compaixão.
Ouvi gritos lancinantes, bêbados, outras coisas inomináveis.
Meus caminhos eram dos perdidos, sem deuses,
sem olhos para se ver.
Encontrei você numa das esquinas da vida.
Meu coração está alegre e como que embriagado de vinho,
de amor, de paz, de compaixão.
Nossos caminhos se encontraram. Como dois córregos
que vão para a imensidão do mar.
E os calabouços de outras épocas
sentem aversão, e os morcegos cegos
sentem calafrios.Os assassinos de plantão colhem morangos.
E estou certo
que o frio vai passar...
Meu caminho é você e você
é o meu caminho. Nossos caminhos são
a imensidão dos plurais caminhos para andar.
Estamos juntos, agora,
e desligamos a televisão.
-Boa noite minha querida,
amanhã teremos mais um desafio
para renascer e solucionar.
****************
Meu amor é uma flor selvagem, a relva para meus pés cansados,
meu escudo contra os dissabores. A luz da minha estrada. Minha companheira!!
Você, minha ninã, meu pé de milho, minha alegria!!
Sou o seu entendimento no amor. Nas coisas da cozinha, Minha flor, sem demora.
Tudo me lembra vc, minha coisa linda, meu sabor doce, meu amor!!
Às vezes estou distante, mas não por vc, é por esta coisa linda que permaneço.
às vezes sou mais que dois. Um três e meio, depois de Fellini.
*****************
Meu amore,
te levo nos bolsos, a tua foto, as tuas músicas na minha cabeça.
Minha alma dói, como dói...
Estou sozinho comigo. Permaneço cansado.
Queria teus braços e abraços.
Como uma fada da canção, você fecha meus olhos e te vejo.
Você costuma falar dormindo?
Sempre quis te ter, agora é a vida que me mostra.
Você, meu amor,
na lógica do mundo mau,
você é minha fonte de água,
que me dessedenta. Minha muher, meu amor!!
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Essa coisa estranha, o amor
"Vós, que sofreis, porque amais, amai ainda mais. Morrer de amor é viver dele.
Victor Hugo"

"Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?
Fernando Pessoa"


Nada é pequeno no amor. Quem espera as grandes ocasiões para provar a sua ternura não sabe amar.
Laure Conan

Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouco importa; o essencial é que saiba amar.
Machado de Assis
Uma vez Marilice, a minha ex terapeuta, me disse que o amor é calmo, a paixão atropela. Então, acho que o que eu sinto é amor. Eu sinto algo calmo e sereno, quando estou com o Nestor.
Não que não haja paixão... e haja calma e serenidade para lidar com o sangue mezzo latino meszzo grego dele!
O que eu tenho sentido é a vontade de estar com ele, ouvir-lhe a voz, tocar-lhe o rosto, sentir a aspereza da sua barba na palma da minha mão ou contra a pele do meu rosto, descansar no peito dele, fechar os olhos embalada no som doce da voz dele declamando as poesias que me fez.
Acho que isso é amor. Porque não me atropela, não me machuca e, finalmente e felizmente, me emociona. Mas não me dói.
Victor Hugo"

"Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?
Fernando Pessoa"


Nada é pequeno no amor. Quem espera as grandes ocasiões para provar a sua ternura não sabe amar.
Laure Conan

Cada qual sabe amar a seu modo; o modo, pouco importa; o essencial é que saiba amar.
Machado de Assis
Uma vez Marilice, a minha ex terapeuta, me disse que o amor é calmo, a paixão atropela. Então, acho que o que eu sinto é amor. Eu sinto algo calmo e sereno, quando estou com o Nestor.
Não que não haja paixão... e haja calma e serenidade para lidar com o sangue mezzo latino meszzo grego dele!
O que eu tenho sentido é a vontade de estar com ele, ouvir-lhe a voz, tocar-lhe o rosto, sentir a aspereza da sua barba na palma da minha mão ou contra a pele do meu rosto, descansar no peito dele, fechar os olhos embalada no som doce da voz dele declamando as poesias que me fez.
Acho que isso é amor. Porque não me atropela, não me machuca e, finalmente e felizmente, me emociona. Mas não me dói.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
De Azulões Vôos e Necessidade de Libertação
Peguei um poema no blog da Martha Medeiros, é de Antonio Cícero que diz a Martha ser parceiro de Marina Lima. Mandei pro padawan Esaú e lembrei da história da cabocla janaína, que a seguir transcrevo:
A Lenda do Azulão
Pela Cabocla Janaína
" Um dia, Janaína e sua irmã Jurema encontraram um azulão na floresta. O pássaro ela lindo, vistoso e tinha um lindo canto.
A indiazinha mais velha, Janaína, pediu a mais nova que lhe ajudasse a pegar o azulãio e assim o fizeram.
Janaína levou o passáro pra casa prendendo seu pézinho com uma corda, para que ele não fugise.
Com o passar dos dias, o passáro adoeceu, cessou de cantar e começou a perder as penas.
Janaína levou o pássaro até o pajé, pedindo a cura do animalzinho.
O pajé disse à menina que a doença do pássaro era a prisão. O remédio era a liberdade.
A indiazinha protestou, dizendo que se soltasse o bichinho ela não o teria mais em sua companhia.
O pajé replicou que ela poderia escolher: manter o azulão preso, e assim ela o veria todos os dias, até que ele finalmemte definhasse e morresse, sem nunca mais cantar. Ou ela poderia soltar o pássaro e correria o risco de nunca mais vê-lo, mas assim ele recuperaria as penas e o canto e cada vez que ela visse um azulão ou ouvisse seu canto, lembraria do lindo pássaro que encontrara na floresta e não do ser moribundo que morreria preso em uma gaiola.
Janaína chorou alguns dias, mas, por fim, não querendo ver seu amigo sofrer, levou-o para a floresta e soltou-o.
A indiazinha voltou para sua taba, mas ficou muito triste e preocupada e mandou sua irmã ir procurar o azulão na foresta.
Jureminha foi várias vezes até a mata, mas não encontrou o pássaro.
Janaína foi, por si mesma, procurar o aninalzinho, mas não o viu. A indiazinha ficou tristíssima. Ele se fora. Para sempre!
Com o tempo a tristeza passou, Janaína cresceu.
Um dia, ela tecia um cesto quando ouviu um trianado, do lado de fora. Janaína saiu e viu, sobre o teto de sua taba um lindo passarinho azulão que cantava.
A partir desse dia, Janaína nunca mais aprisionou ou permitiu que se aprosionasse animal nenhum. E toda vez que ouvia o canto do azulão, ela se lembrava dolindo amigo quem salvara da morte, oferecendo-lhe liberdade.
E o poema do Antonio Cicero, que tem tudo a ver.
Guardar uma coisa não é escondê-la ou trancá-la
Em cofre não se guarda coisa alguma
Em cofre perde-se a coisa à vista.
Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-l, mirá-la por
admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela iluminado
Guardar uma coisa é vigiá-la, isto é, fazer vigília por
ela, isto é, velar por ela, isto é, estar acordado por ela,
isto é, estar por ela ou ser por ela.
Por isso melhor se guarda o voo de um pássaro
do que um pássaro sem voos.
Por isso se escreve, por isso se diz, por isso se publica,
por isso se declara e declama um poema:
para guardá-lo:
para que ele, por sua vez, guarde o que guarda:
Guarda o que quer que guarda um poema:
por isso o lance de um poema:
por guardar-se o que se quer guardar.
A Lenda do Azulão
Pela Cabocla Janaína
" Um dia, Janaína e sua irmã Jurema encontraram um azulão na floresta. O pássaro ela lindo, vistoso e tinha um lindo canto.
A indiazinha mais velha, Janaína, pediu a mais nova que lhe ajudasse a pegar o azulãio e assim o fizeram.
Janaína levou o passáro pra casa prendendo seu pézinho com uma corda, para que ele não fugise.
Com o passar dos dias, o passáro adoeceu, cessou de cantar e começou a perder as penas.
Janaína levou o pássaro até o pajé, pedindo a cura do animalzinho.
O pajé disse à menina que a doença do pássaro era a prisão. O remédio era a liberdade.
A indiazinha protestou, dizendo que se soltasse o bichinho ela não o teria mais em sua companhia.
O pajé replicou que ela poderia escolher: manter o azulão preso, e assim ela o veria todos os dias, até que ele finalmemte definhasse e morresse, sem nunca mais cantar. Ou ela poderia soltar o pássaro e correria o risco de nunca mais vê-lo, mas assim ele recuperaria as penas e o canto e cada vez que ela visse um azulão ou ouvisse seu canto, lembraria do lindo pássaro que encontrara na floresta e não do ser moribundo que morreria preso em uma gaiola.
Janaína chorou alguns dias, mas, por fim, não querendo ver seu amigo sofrer, levou-o para a floresta e soltou-o.
A indiazinha voltou para sua taba, mas ficou muito triste e preocupada e mandou sua irmã ir procurar o azulão na foresta.
Jureminha foi várias vezes até a mata, mas não encontrou o pássaro.
Janaína foi, por si mesma, procurar o aninalzinho, mas não o viu. A indiazinha ficou tristíssima. Ele se fora. Para sempre!
Com o tempo a tristeza passou, Janaína cresceu.
Um dia, ela tecia um cesto quando ouviu um trianado, do lado de fora. Janaína saiu e viu, sobre o teto de sua taba um lindo passarinho azulão que cantava.
A partir desse dia, Janaína nunca mais aprisionou ou permitiu que se aprosionasse animal nenhum. E toda vez que ouvia o canto do azulão, ela se lembrava dolindo amigo quem salvara da morte, oferecendo-lhe liberdade.
E o poema do Antonio Cicero, que tem tudo a ver.
Guardar uma coisa não é escondê-la ou trancá-la
Em cofre não se guarda coisa alguma
Em cofre perde-se a coisa à vista.
Guardar uma coisa é olhá-la, fitá-l, mirá-la por
admirá-la, isto é, iluminá-la ou ser por ela iluminado
Guardar uma coisa é vigiá-la, isto é, fazer vigília por
ela, isto é, velar por ela, isto é, estar acordado por ela,
isto é, estar por ela ou ser por ela.
Por isso melhor se guarda o voo de um pássaro
do que um pássaro sem voos.
Por isso se escreve, por isso se diz, por isso se publica,
por isso se declara e declama um poema:
para guardá-lo:
para que ele, por sua vez, guarde o que guarda:
Guarda o que quer que guarda um poema:
por isso o lance de um poema:
por guardar-se o que se quer guardar.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
É... eu não esqueci o que é me apaixonar...
Dói pra burro quando é mão única, mas pelo menos não estou seca como imaginava.
É terrível e ao mesmo tempo é bom pra burro. Sentir é sempre ótimo.
E alguém me dê "O Melhor Amigo da Noiva" de aniversário pra eu chorar cada vez que assitir!
É terrível e ao mesmo tempo é bom pra burro. Sentir é sempre ótimo.
E alguém me dê "O Melhor Amigo da Noiva" de aniversário pra eu chorar cada vez que assitir!
terça-feira, 6 de abril de 2010
Esse é meu:
" Covardia de olhar nos teus olhos e dizer o que sinto.
Medo de estragar nem sei o que, se não tenho nada. Essa volúpia do não é que me estraga e que me empurra pra sei lá onde.
Covardia de aceitar o sim. Porque o sim dói. Porque o sim muitas vezes é o não que fere como ferro em brasa na ferida, mas cauteriza.
Covardia de abrir mão e viver. ASbrir mão do talvez, aceitar o sim e o não.
Covardia de olhar nos teus olhos e dizer adeus, não te quero mais... e te ver chorar."
( Meu Deus que horrososo...sou péssima de poesia!)
Ontem morri de chorar com o DVD em que o amigo da noiva fica com a noiva.
Na vida real, ela casa com o escocês perfeito e mala. E o amigo se suicidava no mar ou morria de cirrose, depois do alcoolismo. Entretanto, o filme é lindo. " O Melhor Amigo da Noiva" Na verdade não me senti a noiva, mas o amigo dela. Não, não virei lésbica. É que eu não fui criada pra ser barbie e sim pra ter atitude. depois, morro de chorar porque estou solteira. Que homem teria a coragem de me decifrar?
Esse é da Martha Medeiros ( e esse, sim, é bom! rsrsrsr!)
"meu caro estranho, nossa estranheza nos levou à cama
e seguimos nos desconhecendo
não perguntei de onde vieram tuas cicatrizes
e não me perguntaste se eu já havia usado o cabelo mais curto
simplesmente nos beijamos e dispensamos todos os porquês
fui uma mulher qualquer e fostes mais um homem
e se esse descompromisso não merece ser chamado de amor
ainda assim não carece ser desfeito e esquecido
meu caro estranho,
mesmo nos amores não há nada muito além disso"
" Covardia de olhar nos teus olhos e dizer o que sinto.
Medo de estragar nem sei o que, se não tenho nada. Essa volúpia do não é que me estraga e que me empurra pra sei lá onde.
Covardia de aceitar o sim. Porque o sim dói. Porque o sim muitas vezes é o não que fere como ferro em brasa na ferida, mas cauteriza.
Covardia de abrir mão e viver. ASbrir mão do talvez, aceitar o sim e o não.
Covardia de olhar nos teus olhos e dizer adeus, não te quero mais... e te ver chorar."
( Meu Deus que horrososo...sou péssima de poesia!)
Ontem morri de chorar com o DVD em que o amigo da noiva fica com a noiva.
Na vida real, ela casa com o escocês perfeito e mala. E o amigo se suicidava no mar ou morria de cirrose, depois do alcoolismo. Entretanto, o filme é lindo. " O Melhor Amigo da Noiva" Na verdade não me senti a noiva, mas o amigo dela. Não, não virei lésbica. É que eu não fui criada pra ser barbie e sim pra ter atitude. depois, morro de chorar porque estou solteira. Que homem teria a coragem de me decifrar?
Esse é da Martha Medeiros ( e esse, sim, é bom! rsrsrsr!)
"meu caro estranho, nossa estranheza nos levou à cama
e seguimos nos desconhecendo
não perguntei de onde vieram tuas cicatrizes
e não me perguntaste se eu já havia usado o cabelo mais curto
simplesmente nos beijamos e dispensamos todos os porquês
fui uma mulher qualquer e fostes mais um homem
e se esse descompromisso não merece ser chamado de amor
ainda assim não carece ser desfeito e esquecido
meu caro estranho,
mesmo nos amores não há nada muito além disso"
Sou um Mulherão!
Pela Divina e maravilhosa Martha Medeiros!
Sou um mulherão. E como sou!!!!!!
"Peça para um homem descrever um mulherão. Ele imediatamente vai falar no tamanho dos seios, na medida da cintura, no volume dos lábios, nas pernas, bumbum e cor dos olhos. Ou vai dizer que mulherão tem que ser loira, 1 metro e 80, siliconada, sorriso colgate. Mulherões, dentro deste conceito, não existem muitas. Agora pergunte para uma mulher o que ela considera um mulherão e você vai descobrir que tem uma em cada esquina.
Mulherão é aquela que pega dois ônibus para ir para o trabalho e mais dois para voltar, e quando chega em casa encontra um tanque lotado de roupa e uma família morta de fome. Mulherão é aquela que vai de madrugada pra fila garantir matrícula na escola e aquela aposentada que passa horas em pé na fila do banco pra buscar uma pensão de 200 reais. Mulherão é a empresária que administra dezenas de funcionários de segunda a sexta, e uma família todos os dias da semana. Mulherão é quem volta do supermercado segurando várias sacolas depois de ter pesquisado preços e feito malabarismo com o orçamento. Mulherão é aquela que se depila, que passa cremes, que se maquia, que faz dieta, que malha, que usa salto alto, meia-calça, ajeita o cabelo e se perfuma, mesmo sem nenhum convite para ser capa de revista. Mulherão é quem leva os filhos na escola, busca os filhos na escola, leva os filhos pra natação, busca os filhos na natação, leva os filhos pra cama, conta histórias, dá um beijo e apaga a luz. Mulherão é aquela mãe de adolescente que não dorme enquanto ele não chega, e que de manhã bem cedo já está de pé, esquentando o leite.
Mulherão é quem leciona em troca de um salário mínimo, é quem faz serviços voluntários, é quem colhe uva, é quem opera pacientes, é quem lava roupa pra fora, é quem bota a mesa, cozinha o feijão e à tarde trabalha atrás de um balcão. Mulherão é quem cria filhos sozinha, quem dá expediente de 8 horas e enfrenta menopausa, TPM e menstruação. Mulherão é quem arruma os armários, coloca flores nos vasos, fecha a cortina para o sol não desbotar os móveis, mantém a geladeira cheia e os cinzeiros vazios. Mulherão é quem sabe onde cada coisa está, o que cada filho sente e qual o melhor remédio pra azia.
Longa vida às mulheres lindas de morrer, mas mulherão é quem mata um leão por dia."
Sou um mulherão. E como sou!!!!!!
"Peça para um homem descrever um mulherão. Ele imediatamente vai falar no tamanho dos seios, na medida da cintura, no volume dos lábios, nas pernas, bumbum e cor dos olhos. Ou vai dizer que mulherão tem que ser loira, 1 metro e 80, siliconada, sorriso colgate. Mulherões, dentro deste conceito, não existem muitas. Agora pergunte para uma mulher o que ela considera um mulherão e você vai descobrir que tem uma em cada esquina.
Mulherão é aquela que pega dois ônibus para ir para o trabalho e mais dois para voltar, e quando chega em casa encontra um tanque lotado de roupa e uma família morta de fome. Mulherão é aquela que vai de madrugada pra fila garantir matrícula na escola e aquela aposentada que passa horas em pé na fila do banco pra buscar uma pensão de 200 reais. Mulherão é a empresária que administra dezenas de funcionários de segunda a sexta, e uma família todos os dias da semana. Mulherão é quem volta do supermercado segurando várias sacolas depois de ter pesquisado preços e feito malabarismo com o orçamento. Mulherão é aquela que se depila, que passa cremes, que se maquia, que faz dieta, que malha, que usa salto alto, meia-calça, ajeita o cabelo e se perfuma, mesmo sem nenhum convite para ser capa de revista. Mulherão é quem leva os filhos na escola, busca os filhos na escola, leva os filhos pra natação, busca os filhos na natação, leva os filhos pra cama, conta histórias, dá um beijo e apaga a luz. Mulherão é aquela mãe de adolescente que não dorme enquanto ele não chega, e que de manhã bem cedo já está de pé, esquentando o leite.
Mulherão é quem leciona em troca de um salário mínimo, é quem faz serviços voluntários, é quem colhe uva, é quem opera pacientes, é quem lava roupa pra fora, é quem bota a mesa, cozinha o feijão e à tarde trabalha atrás de um balcão. Mulherão é quem cria filhos sozinha, quem dá expediente de 8 horas e enfrenta menopausa, TPM e menstruação. Mulherão é quem arruma os armários, coloca flores nos vasos, fecha a cortina para o sol não desbotar os móveis, mantém a geladeira cheia e os cinzeiros vazios. Mulherão é quem sabe onde cada coisa está, o que cada filho sente e qual o melhor remédio pra azia.
Longa vida às mulheres lindas de morrer, mas mulherão é quem mata um leão por dia."
domingo, 13 de setembro de 2009
Colo de amigo!
"O amigo é a resposta aos teus desejos. Mas não o procures para matar o tempo! Procura-o sempre para as horas vivas. Porque ele deve preencher a tua necessidade, mas não o teu vazio.
Khalil Gibran"
Paulo Bruni é sempre meu melhor colo! Não nos vemos com a mesma frequencia de alguns anos atrás, mas ele sempre está presente quando eu preciso e quando eu chamo. Hoje ocmentávamos que talvez em outra encarnação sejamos marido e mulher. Nesta, viemos acertar contas com outras pessoas. Somos tão parecidos na vida emocional que devemos ser gêmeos sentimentais.
Dentre os conselhos do Paulinho, o maior foi pra eu cuidar de mim, porque depois do estrago, ninguém vem catar os cacos. A gente é que tem que colar os nossos pedacinhos, em meio a dor. Por isso, pretendo me manter inteira. Espero que o sentimento não me quebre desta vez.
E eu disse pra ele que , sob pena de ser egoísta ou taxada de, desta vez vou me preocupar e me ocupar do meu próprio coração, por que da outra vez me ocupei em preservar os sentimentos alheios e os meus foram pulverizados pela pessoa de quem eu tinha dó. Desta vez, qualquer coisa que eu faça será visando minha auto preservação. Eu disse ao Sérgio que não queria magoar ninguém e a única que saiu machucada fui eu.
Então, desta vez, eu quero o melhor pra mim. Cada um que cuide de si.
EPIGRAMA N.o 8 - C. Meirelles
ENCOSTEI-ME a ti, sabendo bem que eras somente onda.
Sabendo bem que eras nuvem, depus a minha vida em ti.
Como sabia bem tudo isso, e dei-me ao teu destino frágil,
fiquei sem poder chorar, quando caí.
Khalil Gibran"
Paulo Bruni é sempre meu melhor colo! Não nos vemos com a mesma frequencia de alguns anos atrás, mas ele sempre está presente quando eu preciso e quando eu chamo. Hoje ocmentávamos que talvez em outra encarnação sejamos marido e mulher. Nesta, viemos acertar contas com outras pessoas. Somos tão parecidos na vida emocional que devemos ser gêmeos sentimentais.
Dentre os conselhos do Paulinho, o maior foi pra eu cuidar de mim, porque depois do estrago, ninguém vem catar os cacos. A gente é que tem que colar os nossos pedacinhos, em meio a dor. Por isso, pretendo me manter inteira. Espero que o sentimento não me quebre desta vez.
E eu disse pra ele que , sob pena de ser egoísta ou taxada de, desta vez vou me preocupar e me ocupar do meu próprio coração, por que da outra vez me ocupei em preservar os sentimentos alheios e os meus foram pulverizados pela pessoa de quem eu tinha dó. Desta vez, qualquer coisa que eu faça será visando minha auto preservação. Eu disse ao Sérgio que não queria magoar ninguém e a única que saiu machucada fui eu.
Então, desta vez, eu quero o melhor pra mim. Cada um que cuide de si.
EPIGRAMA N.o 8 - C. Meirelles
ENCOSTEI-ME a ti, sabendo bem que eras somente onda.
Sabendo bem que eras nuvem, depus a minha vida em ti.
Como sabia bem tudo isso, e dei-me ao teu destino frágil,
fiquei sem poder chorar, quando caí.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Frailty, thy name is woman...
"Must I remember? why, she would hang on him,
As if increase of appetite had grown
By what it fed on: and yet, within a month--
Let me not think on't--Frailty, thy name is woman!-- "
Hamlet- 1º Ato - Cena 2
Inconstância, teu nome é mulher...
É verdade. Não sou uma galinha. Mas, como o meu coração ainda não encontrou alguém que queira lhe ser constante, por aí inconstante vou eu. Em março deste ano eu suspirava pelo meu Rei Arthur Loiro e hoje...
Hoje ue ainda admiro e respeito o meu valente e nobre Rei, mas acho que a paixõnite se foi. Como Aninha bem disse, o coração anadav desocupado e acabouc riando um atalho para fugir do maldito veneno. Incrivelmente ainda há veneno nas minhas veias. Agpora é o veneno da mágoa. Sábiamente diz Janaína, citando um filósofo, acho que foi Sêneca.. não sei... enfim: " Cultivar a mágoa é como beber um veneno esperando que a outra pessoa morra". Obviamente o Sérgio não morreu de dor. Afinal, foi ele quem me picou... literal e metaforicamente, com a devida vênia da vulgaridade do trocadilho. Mas, enfim, como homem vulgar qe é, o coração não poderia estar cheio de nobreza. O verdadeiro nobre é nobre no coração e isso, convenhamos, Sérgio nunca foi. E as pessoas vulagres não sentem muito bem. São tão embrutecidas e grosseiras que não há o sentimento e sim o instinto. Portanto, eu é que estou me doendo como veneno e o folgado está lá. Besta sou eu.
De qualquer forma, estou menos dolorida. Ou dolorida com outras coisas. Eu sempre adorei os amores interditos. Na faculdade eram matéria predileta nas minhas monografias. E gosto do veramente interdito. Romeu e Julieta tinham um proibição contornável. Eu gosto mesmo da contramão. Tristão e Isolda. Lancelot e Guinevere Arthur e Morgana. Todos refletem a intedição e a paixão dionisíaca. Divinamente profano...
Eu estou vivendo uma "profanidade" nos sentimentos, sem tamanho. Mas dizem que a glória maior é ser tentado e vencer. Tomara que eu vença meus instintos. Estou severamente tentando. O duro é estara sós comigo. Não é possivel mentir a si mesmo. As pessoas podem dizer que sim, mas eu duvido que alguém consiga realmente mentir para a própria consiciência. Depois de pedradas e cabeçadas, aprendi que preciso ser verdadeira comigo para superar e lidar com os problemas, com as dores, os desejos. Eu sei que estou sendo testada. Não sei se vou passar no teste que eu mesma devo ter escolhido. Mas estou tentando. Infelizmente, a sós e de mim pra mim, ainda não é possível dizer " superei". Sou toda a flor da pele, toda sentidos, toda sensação, toda desejo. Basta o som da voz, o cheiro do perfume, qualquer coisa basta pra dar ignção. Sou ígnea. Mas para fogo... água. Pena que o elemento do meu signo é ar.O oxigênio alimenta a combustão...
As if increase of appetite had grown
By what it fed on: and yet, within a month--
Let me not think on't--Frailty, thy name is woman!-- "
Hamlet- 1º Ato - Cena 2
Inconstância, teu nome é mulher...
É verdade. Não sou uma galinha. Mas, como o meu coração ainda não encontrou alguém que queira lhe ser constante, por aí inconstante vou eu. Em março deste ano eu suspirava pelo meu Rei Arthur Loiro e hoje...
Hoje ue ainda admiro e respeito o meu valente e nobre Rei, mas acho que a paixõnite se foi. Como Aninha bem disse, o coração anadav desocupado e acabouc riando um atalho para fugir do maldito veneno. Incrivelmente ainda há veneno nas minhas veias. Agpora é o veneno da mágoa. Sábiamente diz Janaína, citando um filósofo, acho que foi Sêneca.. não sei... enfim: " Cultivar a mágoa é como beber um veneno esperando que a outra pessoa morra". Obviamente o Sérgio não morreu de dor. Afinal, foi ele quem me picou... literal e metaforicamente, com a devida vênia da vulgaridade do trocadilho. Mas, enfim, como homem vulgar qe é, o coração não poderia estar cheio de nobreza. O verdadeiro nobre é nobre no coração e isso, convenhamos, Sérgio nunca foi. E as pessoas vulagres não sentem muito bem. São tão embrutecidas e grosseiras que não há o sentimento e sim o instinto. Portanto, eu é que estou me doendo como veneno e o folgado está lá. Besta sou eu.
De qualquer forma, estou menos dolorida. Ou dolorida com outras coisas. Eu sempre adorei os amores interditos. Na faculdade eram matéria predileta nas minhas monografias. E gosto do veramente interdito. Romeu e Julieta tinham um proibição contornável. Eu gosto mesmo da contramão. Tristão e Isolda. Lancelot e Guinevere Arthur e Morgana. Todos refletem a intedição e a paixão dionisíaca. Divinamente profano...
Eu estou vivendo uma "profanidade" nos sentimentos, sem tamanho. Mas dizem que a glória maior é ser tentado e vencer. Tomara que eu vença meus instintos. Estou severamente tentando. O duro é estara sós comigo. Não é possivel mentir a si mesmo. As pessoas podem dizer que sim, mas eu duvido que alguém consiga realmente mentir para a própria consiciência. Depois de pedradas e cabeçadas, aprendi que preciso ser verdadeira comigo para superar e lidar com os problemas, com as dores, os desejos. Eu sei que estou sendo testada. Não sei se vou passar no teste que eu mesma devo ter escolhido. Mas estou tentando. Infelizmente, a sós e de mim pra mim, ainda não é possível dizer " superei". Sou toda a flor da pele, toda sentidos, toda sensação, toda desejo. Basta o som da voz, o cheiro do perfume, qualquer coisa basta pra dar ignção. Sou ígnea. Mas para fogo... água. Pena que o elemento do meu signo é ar.O oxigênio alimenta a combustão...
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Saudades
Cantarão os galos, quando morrermos,
e uma brisa leve, de mãos delicadas,
tocará nas franjas, nas sedas
mortuárias.
E o sono da noite irá transpirando
sobre as claras vidraças.
E os grilos, ao longe, serrarão silêncios,
talos de cristal, frios, longos ermos,
e o enorme aroma das árvores.
Ah, que doce lua verá nossa calma
face ainda mais calma que o seu grande espelho
de prata !
Que frescura espessa em nossos cabelos,
livres como os campos pela madrugada!
Na névoa da aurora,
a última estrela
subirá pálida.
Que grande sossego, sem falas humanas,
sem o lábio dos rostos de lobo,
sem ódio, sem amor, sem nada !
Como escuros profetas perdidos,
conversarão apenas os cães, pelas varzeas.
Fortes perguntas. Vastas pausas.
Nós estaremos na morte
com aquele suave contorno
de uma concha dentro da água.
Cecília Meireles
Saudades do meu irmão. Partiu no dia 02/09/2009. Ele que nasceu em 09/09/1945,se foi no mês nove, de dois mil e... nove... regido pelo número nove, o Eremita. E foi assim que ele viveu. Sempre na dele, solitário. E partiu assim, também. Náo só, pois todos estavamos com ele em oração e coração. Mas partiu como todos um dia havemos de ir. A verdade é que a gente nasce e morre só.
e uma brisa leve, de mãos delicadas,
tocará nas franjas, nas sedas
mortuárias.
E o sono da noite irá transpirando
sobre as claras vidraças.
E os grilos, ao longe, serrarão silêncios,
talos de cristal, frios, longos ermos,
e o enorme aroma das árvores.
Ah, que doce lua verá nossa calma
face ainda mais calma que o seu grande espelho
de prata !
Que frescura espessa em nossos cabelos,
livres como os campos pela madrugada!
Na névoa da aurora,
a última estrela
subirá pálida.
Que grande sossego, sem falas humanas,
sem o lábio dos rostos de lobo,
sem ódio, sem amor, sem nada !
Como escuros profetas perdidos,
conversarão apenas os cães, pelas varzeas.
Fortes perguntas. Vastas pausas.
Nós estaremos na morte
com aquele suave contorno
de uma concha dentro da água.
Cecília Meireles
Saudades do meu irmão. Partiu no dia 02/09/2009. Ele que nasceu em 09/09/1945,se foi no mês nove, de dois mil e... nove... regido pelo número nove, o Eremita. E foi assim que ele viveu. Sempre na dele, solitário. E partiu assim, também. Náo só, pois todos estavamos com ele em oração e coração. Mas partiu como todos um dia havemos de ir. A verdade é que a gente nasce e morre só.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Inferno pessoal voluntário.
O pior é saber que é por escolha queimar no inferno. Causa e Efeito. Por enquanto só sei do efeito, cadê a causa???? Eu devia estar digitando meu livro. Mas não, estou me auto punindo pelo que nem eu sei! Tô de saco tão cheio que a minha vontade é mandar tudo pro inferno onde estou pra sair dele.Paradoxo.
Mas mandar tudo pro inferno é rendição sem luta, odeio jogar a toalha. Há tanto por fazer e tenho a impressão de que o comissariado é o caminho. Mas e se não for?
Confusa. Confusa e confusa. Eu estou trocando prioridades de lugar e isso não é bom. Preciso urgente jogar a âncora pra não me perder.
Todo mundo está preocupado com o Celso. Cara, meu irmão está n UTI, em coma induzido, ruim pra caramba... mas, quer saber, ele está bem. Oblivion is a blessing. O Esquecimento é uma benção. Esquecer do mundo, de si mesmo, dos outros. Meu irmão agora apenas é. Não pensa, não sofre, não sonha, não se frustra. Agradeço milhõe spor minha saúde, mas como gostaria poder de esquecer de tudo e até de quem sou, por alguns segundos.
Se Deus dá a prova na medida certa, fala sério, eu sou CDF espiritual...
Mas mandar tudo pro inferno é rendição sem luta, odeio jogar a toalha. Há tanto por fazer e tenho a impressão de que o comissariado é o caminho. Mas e se não for?
Confusa. Confusa e confusa. Eu estou trocando prioridades de lugar e isso não é bom. Preciso urgente jogar a âncora pra não me perder.
Todo mundo está preocupado com o Celso. Cara, meu irmão está n UTI, em coma induzido, ruim pra caramba... mas, quer saber, ele está bem. Oblivion is a blessing. O Esquecimento é uma benção. Esquecer do mundo, de si mesmo, dos outros. Meu irmão agora apenas é. Não pensa, não sofre, não sonha, não se frustra. Agradeço milhõe spor minha saúde, mas como gostaria poder de esquecer de tudo e até de quem sou, por alguns segundos.
Se Deus dá a prova na medida certa, fala sério, eu sou CDF espiritual...
Por cima está escrito não....
Eu odeio o que sinto. Odeio o que sinto por ele. Odeio como isso me enfraquece, como me põe nas mãos dele. E ele sabe. Ou eu acho que sabe. Ele ocnesguiu me instalar na dúvida. No meio da encruzilhada. Obviamente isso não é amor, porque amor não dói. Mas a paixão eu conheço muito bem. Essa sensação de querer tão forte que tira o sono. Agora eu me pergunto porque ele simplesmente não se afasta? O jogo é simples de acabar. Eu é que não quero. E me odeio por isso. Sei lá se tem jogo, também. Acho que eu é que sou idiota e estou vendo chifre em cabeça de cavalo. Eu vou virar a mesa. Não sei como, mas vou. É essa merda de "não" que me acorrenta! Que me atrai viciosamente. Eu preciso do "sim". Eu preciso gostar do sim e esquecer do não. Mas hoje até o que me parece sim, tem cheiro de não.
Como odeio gostar dele.E no entanto, a voz dele é como bálsamo quando soa.
MISÉRIA
C. Meirelles.
HOJE é tarde para os desejos,
e nem me interessa mais nada...
Cheguei muito depois do tempo
em que se pode ouvir dizer: «Oh! minha amada...»
O mar imóvel dos teus olhos
pode estar bem perto, e defronte.
Mas nem navega as horas
nem se cuida mais de horizonte.
Durmo com a noite nos meus braços,
sofrendo pelo mundo inteiro.
O suspiro que em mim resvala
bem pode ser, a cada instante, o derradeiro.
Morrer é uma coisa tão fácil
que todas as manhãs me admiro
de ter o sono conservado
fidelidade ao meu suspiro.
E pergunto: «Quem é que manda
mais do que eu sobre a minha vida?
Neste mar de só desencanto,
que sereia murmura uma canção desconhecida?
E em meus ouvidos indiferentes,
alheios a qualquer vontade,
que rostos vão reconhecendo
os passeios da eternidade?
Perto do meu corpo estendido,
náufrago inerte de sombras e ares,
quem chegará, desmanchando secretos níveis?
Serás tu? -- para me levares...»
(Vejo a lágrima que escorre
por cima da minha pena.
Ai! a pergunta é sempre enorme,
e a resposta, tão pequena...)
Como odeio gostar dele.E no entanto, a voz dele é como bálsamo quando soa.
MISÉRIA
C. Meirelles.
HOJE é tarde para os desejos,
e nem me interessa mais nada...
Cheguei muito depois do tempo
em que se pode ouvir dizer: «Oh! minha amada...»
O mar imóvel dos teus olhos
pode estar bem perto, e defronte.
Mas nem navega as horas
nem se cuida mais de horizonte.
Durmo com a noite nos meus braços,
sofrendo pelo mundo inteiro.
O suspiro que em mim resvala
bem pode ser, a cada instante, o derradeiro.
Morrer é uma coisa tão fácil
que todas as manhãs me admiro
de ter o sono conservado
fidelidade ao meu suspiro.
E pergunto: «Quem é que manda
mais do que eu sobre a minha vida?
Neste mar de só desencanto,
que sereia murmura uma canção desconhecida?
E em meus ouvidos indiferentes,
alheios a qualquer vontade,
que rostos vão reconhecendo
os passeios da eternidade?
Perto do meu corpo estendido,
náufrago inerte de sombras e ares,
quem chegará, desmanchando secretos níveis?
Serás tu? -- para me levares...»
(Vejo a lágrima que escorre
por cima da minha pena.
Ai! a pergunta é sempre enorme,
e a resposta, tão pequena...)
domingo, 26 de julho de 2009
Para dor e amor, sempre Martha Medeiros
Martha é ótima!
Sumi porque só faço besteira em sua presença, fico mudo
quando deveria verbalizar, digo um absurdo atrás do outro quando
melhor seria silenciar, faço brincadeiras de mau gosto e sofro
antes, durante e depois de te encontrar.
Sumi porque não há futuro e isso não é o mais difícil de
lidar, pior é não ter presente e o passado ser mais fluido que o ar.
Sumi porque não há o que se possa resgatar, meu sumiço é
covarde mas atento, meio fajuto meio autêntico, sumi porque
sumir é um jogo de paciência, ausentar-se é risco e sapiência,
pareço desinteressado, mas sumi para estar para sempre do seu
lado, a saudade fará mais por nós dois que nosso amor e sua
desajeitada e irrefletida permanência.
Na verdade, eu queria que ele me mandasse isso... só rindo, acho que ali só tem cérebro pra futebol, cerveja e sertaneja. Alguém me diz que encanto tem ele? O anterior pelo menos tem classe. Parece meio gay, as vezes, mas tem classe!
E mais uma da Martha, pra fechar
"Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, dóem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade.
Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos. Dóem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando.
Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer."
Sumi porque só faço besteira em sua presença, fico mudo
quando deveria verbalizar, digo um absurdo atrás do outro quando
melhor seria silenciar, faço brincadeiras de mau gosto e sofro
antes, durante e depois de te encontrar.
Sumi porque não há futuro e isso não é o mais difícil de
lidar, pior é não ter presente e o passado ser mais fluido que o ar.
Sumi porque não há o que se possa resgatar, meu sumiço é
covarde mas atento, meio fajuto meio autêntico, sumi porque
sumir é um jogo de paciência, ausentar-se é risco e sapiência,
pareço desinteressado, mas sumi para estar para sempre do seu
lado, a saudade fará mais por nós dois que nosso amor e sua
desajeitada e irrefletida permanência.
Na verdade, eu queria que ele me mandasse isso... só rindo, acho que ali só tem cérebro pra futebol, cerveja e sertaneja. Alguém me diz que encanto tem ele? O anterior pelo menos tem classe. Parece meio gay, as vezes, mas tem classe!
E mais uma da Martha, pra fechar
"Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, dóem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade.
Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade do pai que já morreu. Saudade de um amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, quando se tinha mais audácia e menos cabelos brancos. Dóem essas saudades todas.
Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ele no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o aeroporto e ele para o dentista, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-lo, ele o dia sem vê-la, mas sabiam-se amanhã. Mas quando o amor de um acaba, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é não saber. Não saber mais se ele continua se gripando no inverno. Não saber mais se ela continua clareando o cabelo. Não saber se ele ainda usa a camisa que você deu. Não saber se ela foi na consulta com o dermatologista como prometeu. Não saber se ele tem comido frango de padaria, se ela tem assistido as aulas de inglês, se ele aprendeu a entrar na Internet, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua fumando Carlton, se ela continua preferindo Pepsi, se ele continua sorrindo, se ela continua dançando, se ele continua pescando, se ela continua lhe amando.
Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber. Não querer saber se ele está com outra, se ela está feliz, se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim, doer."
sábado, 18 de julho de 2009
Veneno de Escorpião
Já conheço os passos dessa estrada
Sei que não vai dar em nada
Seus segredos sei de cor
Já conheço as pedras do caminho,
E sei também que ali sozinho,
Eu vou ficar tanto pior
E o que é que eu posso contra o encanto,
Desse amor que eu nego tanto
Evito tanto e que, no entanto,
Volta sempre a enfeitiçar
Com seus mesmos tristes, velhos fatos,
Que num álbum de retratos
Eu teimo em colecionar
Lá vou eu de novo como um tolo,
Procurar o desconsolo,
Que cansei de conhecer
Novos dias tristes, noites claras,
Versos, cartas, minha cara
Ainda volto a lhe escrever
Pra lhe dizer que isso é pecado,
Eu trago o peito tão marcado
De lembranças do passado e você sabe a razão
Vou colecionar mais um soneto,
Outro retrato em branco e preto
A maltratar meu coração
Retrato em Branco e Preto
Tom Jobim/Chico Buarque
Eu já vi o filme. Final triste. Não foi trágico, mas tristíssimo. Pra mim.
E o meu medo de pagar o preço pra ver esse filme de novo é o justamente a reprise da tristeza. E eu não vou poder mais falar em ilusão. Estou com os pés... os dois... no chão. Primeiro tem o medo da rejeição. Esse é básico em qualquer caso novo. E depois vem o medo de saber a antecipação do fim. Me assustei, porque dias atrás eu perguntava a Vó Anita se ia acabar do mesmo jeito que acabou com o meu nada caro escorpionino. Fui picada por aquele escorpião e doeu tanto que agora tenho medo de deixar qualquer um se aproximar. Até uma sardinha...
Que medo.
E ao mesmo tempo que desejo inexplicável. Pode bem ser coisa de geminiana doida, vento que sopra e passa. Afinal, eu me apaixono perdidamente ... religiosamente toda semana! Na verdade, só penso que me apaixono. Apaixonar- me, só por aquilo que conheço.
Não sei se com ele é ou vai ser diferente. Mas o simples e leve toque dos dedos dele na minha pele aceleram as batidas cardíacas. Me faz querer ele nos braços, me faz desejar a boca, a língua, a voz dele no ouvido, o hálido dele na pele arrepiada do pescoço.
É mais um caso inexplicável, pois ele não me é fisicamente compatível. É só aquele maldito veneno que alguns chmam de charme. Como veneno de escorpião. Dói. Paralisa pra depois matar. E certos homens são mesmo assim: eles parecem transpirar sexo e sensualidade pelos poros, mesmo não sendo brad pitts! O meu ex escorpião era lindo, sim, mas o veneno que me parilisou foi bem outro. Eu já tive paqueres escorpiões.. um deles ainda bem que tenta, mas já é tarde pra ele. Esse fulano, então, pouco ou nada tem de físico que me agrade. É só esse maldito veneno. Eu não sei o que eles fazem, mas é alguma coisa que eu vejo no olhar deles. Mas pra todo veneno tem antídoto. Ser realista, é o meu. Engraçado que o antídoto dói tanto quanto o veneno... mas pelo menos, salva a vida. No meu caso, salva o meu coração de se despedaçar mais uma vez.
Estou me pondo num inferno. Preciso sair dele antes que me engula. Mas já fazia um bom tempo que eu não sentia um sex appeal tão forte. O Meu Rei Athur e o meu Sir Lancelot são paixões pela figura do cavalheiro perfeito ( e como não dizer que eles não o são?????)Mas e esse ... individuo caído do nada, ou saído do chão como os geurreiros de Tebas, pra me apontar o inferno de novo? E o pior é que nem sei se tem algum inferno que ele queira me dar. Odeio isso. Odeio estar vulnerável. Já pedi tanto ao Alto por uma valvula de escape. Pelo amor, apareça logo!
Eu preciso parar de gostar do "não". Eu preciso buscar um sim... mas que inferno que é o cheiro do interdito... que maldita vontade de dar uma baita mordida na maçã.... ou no pomo de adão dele... assim, devagarinho só pra ouvi-lo gemer....
Cadê meu diazepan?Como se eu tomasse remédio. Não, não sou Elis Regina, graças a Deus, porque detesto aquela mulher-auto-destruição.Por outro lado, Retrato em Branco e Preto, que ela gravou, do Chico Buarque, é a únic amusica que me ocorre agora. Mas ficou melhor na voz da Ana Carolina!
"Vou colecionar, mais um soneto... outro retrato em branco e preto... a maltratar meu coração...."
Sei que não vai dar em nada
Seus segredos sei de cor
Já conheço as pedras do caminho,
E sei também que ali sozinho,
Eu vou ficar tanto pior
E o que é que eu posso contra o encanto,
Desse amor que eu nego tanto
Evito tanto e que, no entanto,
Volta sempre a enfeitiçar
Com seus mesmos tristes, velhos fatos,
Que num álbum de retratos
Eu teimo em colecionar
Lá vou eu de novo como um tolo,
Procurar o desconsolo,
Que cansei de conhecer
Novos dias tristes, noites claras,
Versos, cartas, minha cara
Ainda volto a lhe escrever
Pra lhe dizer que isso é pecado,
Eu trago o peito tão marcado
De lembranças do passado e você sabe a razão
Vou colecionar mais um soneto,
Outro retrato em branco e preto
A maltratar meu coração
Retrato em Branco e Preto
Tom Jobim/Chico Buarque
Eu já vi o filme. Final triste. Não foi trágico, mas tristíssimo. Pra mim.
E o meu medo de pagar o preço pra ver esse filme de novo é o justamente a reprise da tristeza. E eu não vou poder mais falar em ilusão. Estou com os pés... os dois... no chão. Primeiro tem o medo da rejeição. Esse é básico em qualquer caso novo. E depois vem o medo de saber a antecipação do fim. Me assustei, porque dias atrás eu perguntava a Vó Anita se ia acabar do mesmo jeito que acabou com o meu nada caro escorpionino. Fui picada por aquele escorpião e doeu tanto que agora tenho medo de deixar qualquer um se aproximar. Até uma sardinha...
Que medo.
E ao mesmo tempo que desejo inexplicável. Pode bem ser coisa de geminiana doida, vento que sopra e passa. Afinal, eu me apaixono perdidamente ... religiosamente toda semana! Na verdade, só penso que me apaixono. Apaixonar- me, só por aquilo que conheço.
Não sei se com ele é ou vai ser diferente. Mas o simples e leve toque dos dedos dele na minha pele aceleram as batidas cardíacas. Me faz querer ele nos braços, me faz desejar a boca, a língua, a voz dele no ouvido, o hálido dele na pele arrepiada do pescoço.
É mais um caso inexplicável, pois ele não me é fisicamente compatível. É só aquele maldito veneno que alguns chmam de charme. Como veneno de escorpião. Dói. Paralisa pra depois matar. E certos homens são mesmo assim: eles parecem transpirar sexo e sensualidade pelos poros, mesmo não sendo brad pitts! O meu ex escorpião era lindo, sim, mas o veneno que me parilisou foi bem outro. Eu já tive paqueres escorpiões.. um deles ainda bem que tenta, mas já é tarde pra ele. Esse fulano, então, pouco ou nada tem de físico que me agrade. É só esse maldito veneno. Eu não sei o que eles fazem, mas é alguma coisa que eu vejo no olhar deles. Mas pra todo veneno tem antídoto. Ser realista, é o meu. Engraçado que o antídoto dói tanto quanto o veneno... mas pelo menos, salva a vida. No meu caso, salva o meu coração de se despedaçar mais uma vez.
Estou me pondo num inferno. Preciso sair dele antes que me engula. Mas já fazia um bom tempo que eu não sentia um sex appeal tão forte. O Meu Rei Athur e o meu Sir Lancelot são paixões pela figura do cavalheiro perfeito ( e como não dizer que eles não o são?????)Mas e esse ... individuo caído do nada, ou saído do chão como os geurreiros de Tebas, pra me apontar o inferno de novo? E o pior é que nem sei se tem algum inferno que ele queira me dar. Odeio isso. Odeio estar vulnerável. Já pedi tanto ao Alto por uma valvula de escape. Pelo amor, apareça logo!
Eu preciso parar de gostar do "não". Eu preciso buscar um sim... mas que inferno que é o cheiro do interdito... que maldita vontade de dar uma baita mordida na maçã.... ou no pomo de adão dele... assim, devagarinho só pra ouvi-lo gemer....
Cadê meu diazepan?Como se eu tomasse remédio. Não, não sou Elis Regina, graças a Deus, porque detesto aquela mulher-auto-destruição.Por outro lado, Retrato em Branco e Preto, que ela gravou, do Chico Buarque, é a únic amusica que me ocorre agora. Mas ficou melhor na voz da Ana Carolina!
"Vou colecionar, mais um soneto... outro retrato em branco e preto... a maltratar meu coração...."
sábado, 7 de março de 2009
Love Hurts
Não creio que achei isso... o poema encaixa, a imagem é perfeita... e o homem parece até com ele... Que inferno mais doce pensar nele....
"Quisera ser o amor de tua vida
compartilhar contigo o meu caminho
acalmar meu coração que bate aflito
cada minuto que te vejo em minha frente.
Quisera que o destino nos unisse
para sempre, além da eternidade
porque o amor que eu sinto é tão intenso
que já não cabe nesta vida só de agora.
Quisera que o futuro fosse mágico
e que um dia nossas vidas se encontrassem
para eu me agassalhar nos braços teus...
E assim como quem sonha todo o dia
acalentando esperanças renovadas
eu vivo pelo meu e teu amor !"
Doroni Hilgenberg
"Quisera ser o amor de tua vida
compartilhar contigo o meu caminho
acalmar meu coração que bate aflito
cada minuto que te vejo em minha frente.
Quisera que o destino nos unisse
para sempre, além da eternidade
porque o amor que eu sinto é tão intenso
que já não cabe nesta vida só de agora.
Quisera que o futuro fosse mágico
e que um dia nossas vidas se encontrassem
para eu me agassalhar nos braços teus...
E assim como quem sonha todo o dia
acalentando esperanças renovadas
eu vivo pelo meu e teu amor !"
Doroni Hilgenberg
Divagando.....
How to live beside someone who looks so percetly imperfect. Se his so dual, so umpredictible... sometimes I think, or better, I wish he's a fag. And yet, sometimes he appears to me like King Arthur and I just don't know what to do with myself.
When I 'm eside him I am completely under control.... or so I hope. I just hope my eyes won't betray me when I look at him. But I am pretty sure they do. For I sometimes notice his eyes are on me. I prefer to lie to mysef ant tell me it is just foolish wondering... but just the other day I caught the satre and I thought he wanted and information... I swear I thought that. He told me I was mistaken. I know I was not. He blushed, he stuttered. I Hope he is not around but when I don't see him it feels like there is no air and the day has no light, no fun.
I am completely aware that nothing will ever happen. I just can't help wishing it does happen by some god's mad doing, by some crazy twist of fate that would make both him and me two other peole in some other time.
There are times when there's this loging for him... it's helplesse but conforting at the samen time. Because I can have any guy in my bed, but they don't have me. It's conforting to know I stll know how to tell a good guay from the bad one and that I can keep my love for a good man.
He is asleep right now.In someone else's arms. How I wish he would be awake thinking of me. But I just know he is not.
When I awke up in a few hours, the dream will have vanished, and I'll put my feet on the ground, but right now it is mine. And I'll cling to it. Today my thoughts are his, all the songs are his, all my love is his.
"Every night
Every day
I tell my heart
To forget you and to
Move away
Not to break
Anymore
But oh, no matter
What I say
You're so deep in my mind
There's no way to leave this love behind
It used to be
I believed
I could go on
And find someone to
Rest upon
Anyone, anyone
Soon I found
There was no other
There you are
Framed against the sky
You are my life
And I pray for when
You will be mine
To love again
I see the rain
In the sky
And I see your face
Through every tear that I cry
With every breath
And every sound
I can hear
Another voice and swear that
You're around
And every word is clear
Cause I know
The memory won't let go
Until you're mine
To love again
Who's to say what lives in the past
Who's to say that love won't last
Time's been standing still
Waiting so patiently until
Until that one day when
When I will have you
To love again
And there you are
Framed against the sky
You are my life
And I pray for when
You will be mine
To love again"
When I 'm eside him I am completely under control.... or so I hope. I just hope my eyes won't betray me when I look at him. But I am pretty sure they do. For I sometimes notice his eyes are on me. I prefer to lie to mysef ant tell me it is just foolish wondering... but just the other day I caught the satre and I thought he wanted and information... I swear I thought that. He told me I was mistaken. I know I was not. He blushed, he stuttered. I Hope he is not around but when I don't see him it feels like there is no air and the day has no light, no fun.
I am completely aware that nothing will ever happen. I just can't help wishing it does happen by some god's mad doing, by some crazy twist of fate that would make both him and me two other peole in some other time.
There are times when there's this loging for him... it's helplesse but conforting at the samen time. Because I can have any guy in my bed, but they don't have me. It's conforting to know I stll know how to tell a good guay from the bad one and that I can keep my love for a good man.
He is asleep right now.In someone else's arms. How I wish he would be awake thinking of me. But I just know he is not.
When I awke up in a few hours, the dream will have vanished, and I'll put my feet on the ground, but right now it is mine. And I'll cling to it. Today my thoughts are his, all the songs are his, all my love is his.
"Every night
Every day
I tell my heart
To forget you and to
Move away
Not to break
Anymore
But oh, no matter
What I say
You're so deep in my mind
There's no way to leave this love behind
It used to be
I believed
I could go on
And find someone to
Rest upon
Anyone, anyone
Soon I found
There was no other
There you are
Framed against the sky
You are my life
And I pray for when
You will be mine
To love again
I see the rain
In the sky
And I see your face
Through every tear that I cry
With every breath
And every sound
I can hear
Another voice and swear that
You're around
And every word is clear
Cause I know
The memory won't let go
Until you're mine
To love again
Who's to say what lives in the past
Who's to say that love won't last
Time's been standing still
Waiting so patiently until
Until that one day when
When I will have you
To love again
And there you are
Framed against the sky
You are my life
And I pray for when
You will be mine
To love again"
Ainda Extravasando
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